É faz um tempão que eu não escrevo. A última vez que escrevi foi em 26 de Dezembro de 2009. Já vai para quase 3 meses. Não pretendo ficar sem escrever tanto tempo novamente. É que esse início de ano foi bem conturbado e ainda por cima hoje faz 1 mês que quebrei o pé direito. Nada grave, mas trinquei o osso. Já estou bem melhor. Provavelmente semana que vem já tiro a "robofoot". Uma bota. Não engessei. Trabalho por conta, como é que fico parado? Quem paga minhas contas?
Mudando de assunto, segue um trecho do meu 2º conto que não consegui enviar a Jambo Editora. Pena, mas paciência. Não saiu ainda o resultado dos contos.
Esse é mais intenso:
"... Aproveitaram que tinham o caminho livre agora e rapidamente deslocaram-se para o castelo. Chegando lá viram que o portão estava quebrado, jogado no pátio.
- Espero que haja sobreviventes.
Dirigiram-se para uma escadaria logo à frente e começaram a subir. Poucos degraus depois já viam a sala principal do castelo. Estava toda destruída.
- Mas o que será que aconteceu aqui?
- Eu digo!
Uma voz arrastada e vibrante surgiu do nada. Todos empunharam suas armas. Então no meio do salão apareceu um ser alto, esguio e pálido.
- Sejam bem-vindos ao meu castelo!
- Quem é você?
- Mas que falta de educação! Chegam sem avisar e nem se apresentam!
- Quem é você?
- Sou Almon, vampiro necromante.
- Isso explica os zumbis.
- Ah, então foram vocês que produziram os fogos de artifício. Bem, creio que vou ter de eliminá-los, mas se as damas se comportarem, posso tê-las como minhas amantes.
Liz rapidamente pôs uma flecha em seu arco e disparou contra o vampiro. Acertou-o em cheio na testa.
- Ah, minha cara! Isso é tão tolo! – Almon pegou a flecha e tirou-a da testa como se fosse nada. – Não adianta nada. Agora por ter sido uma menina má eu ...
Almon parou de falar, pois Jan e Daniel avançavam a toda velocidade para ele. A espada de Jan errou o flanco direito de Almon por pouco e Daniel não o alcançou a tempo. Almon saltara e rapidamente estava ao lado de Neila e Lucas. Eles tentaram ainda atingi-lo com seus cajados, mas Almon rapidamente desarmou-os e golpeou-os atirando-os para o outro lado do salão.
Éric correu com a maça em punho e atingiu em cheio o braço esquerdo de Almon. Ele virou-se com suas unhas rasgou a face de Éric. O sangue brotou farto de seu rosto. Bruno assustara-se com a agilidade e velocidade de Almon e por um breve momento ficou estático. Tempo suficiente para Almon dar-lhe um golpe no abdômen. Bruno levou as mãos para o rasgo em seu ventre e nem viu Liz saltar e cravar sua espada no tórax de Almon. A espada vazou-o.
- Belo golpe querida, mas também não adianta.
Ele pegou os ombros dela, ergueu-a do chão e arremessou-a contra a parede. Puxou então a espada cravada em seu peito e virou-se a tempo de defender a trajetória descendente da espada de Jan. Daniel também vinha correndo logo em seguida e Almon desviou-se. Empurrou Jan para trás e avançou para ele com os dentes à mostra e espada em punho ..."
Vamos ver o que dá. Até uma próxima vez! Ele pegou os ombros dela, ergueu-a do chão e arremessou-a contra a parede. Puxou então a espada cravada em seu peito e virou-se a tempo de defender a trajetória descendente da espada de Jan. Daniel também vinha correndo logo em seguida e Almon desviou-se. Empurrou Jan para trás e avançou para ele com os dentes à mostra e espada em punho ..."
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