Conheci o R.P.G. há mais de 10 anos.
Tinha por volta de 12, 13 anos (ou seja, por volta de 1992). O primeiro que joguei foi o Dungeons & Dragons, mas era o que vinha em uma caixa que tinha como desenho um dragão vermelho vindo atacar um guerreiro com machado na mão. Quem comprou esse jogo e começou a ensinar a mim e aos outros garotos da rua foi o Cristiano, que era mais velho que nós (mas não tão velho assim, devia ter seus 17 anos).
Olha, foi muito legal mesmo. Nunca havia jogado um jogo como aquele. Jogara Detetive, Scotland Yard, Banco Imobiliário e outros bons jogos que haviam naquela época, mas o D&D era muito bom.
O jogo fez sucesso e acabou saindo outros jogos (Dragon Quest, os 4 livros de Forgotten Realms - ainda os tenho, pois tem os mapas das cidades principais e mapas de Undermontain - e o Hero Quest, que ainda também tenho). Todos foram, são e com muita certeza serão ótimos jogos. Meus filhos estão aprendendo a ler e só estou esperando um pouco mais para jogarmos corretamente, com as regras. Jogo com eles, mas totalmente fora das regras, apenas os dados e pontos de vida são corretos.
É um ótimo passatempo e exercício, pois o R.P.G. faz com que usemos uma coisa que 99% da população mundial não utiliza: O CÉREBRO.
Um comentário:
É Fernando, realmente foi um dos melhores jogos que conheci e acho que muitas pessoas também deviam conhecer jogos de R.P.G., pois como você mesmo diz: Usa muito o cérebro...
Lembro muito bem das ótimas tarde, que passamos jogando "DD" e "HQ".
Abraço.
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